
Comum entre as pessoas é o fato de que cada uma pensa possuir mais bom senso do que o resto...comum também é que ao ser perguntado sobre sua religiosidade, enche-se o peito e dá-se qualquer resposta sem que se reflita cinco minutos sobre o que se diz...
...Começo a pensar no quanto sou crente, no quanto sou mal, no quanto pratico minha fé e se realmente ela influencia minha vida...
...Penso sobre esse egocentrismo...Penso que cada indivíduo se considera um pedaço do divino, uma extensão de Deus...nesse sentido porta-se, ou compreende-se como dotado de algo a mais que o legitima frente à outros humanos...
...Parece-me que existe nesse comportamento uma tentativa de se afirmar como ser dotado de individualidade e, para tanto, tal comportamento é esperado...Parece-me por outra via, que abre-se um diálogo (lê-se monólogo) com o desconhecido, e aí há a necessidade de se afirmar enquanto indivíduo que existe e sente, pensa e tem consciência...Parece-me haver a possibilidade de numa esfera de pensamento que exclui a figura divina, a tentativa de se firmar como animal, ainda que de forma sutil e utilizando técnicas compatíveis ao seu grau de evolução: Não se luta mais por comida.Há uma batalha constante quando procuramos as parceiras mais bonitas, os melhores empregos, quando buscamos a superioridade em qualquer faceta e em nossos diálogos tentamos sobrepor a fala dos outros...Apesar de existirem centenas de outros viés, estes aqui já me trazem à conclusão de que esta luta constante foi fator crucial para o desenvolvimento da humanidade: Superar os outros e a si mesmo...
...Penso no niilismo. Pessoas hoje costumam dizer que são agnósticas, ou niilistas, ou céticas sem ter certeza nem do que se fala nem do que se crê... Não se trata de pecado, nem há uma tentativa aqui, de recriminar tal comportamento. O ponto é que mostrar-se seguro quanto a questões tão profundas é necessário para segurança e preservação do “eu” interno e para se firmar como ser dotado de certeza e capaz de coexistir no mundo...
Poderíamos ser niilistas e ficar paralisados diante da bestialidade que seria se movem sem ter qualquer sentido para tal... Poderíamos ser niilistas e trazer à tona nossa crença de que não existem verdades fixas, até mesmo as leis mais básicas podem ser postas em xeque e que sempre haverá a possibilidade de começar tudo de novo, sob outra óptica, outro prisma, sem ter a necessidade de estar certo ou errado, por que aí está o ponto: virtualmente não há como se ter certeza de absolutamente nada...nem daquilo que sentimos, que vemos, que cremos...
Depois de pensar no absurdo, vejo as pessoas batendo no peito e sentindo-se capazes de persuadir outras pessoas sobre Deus, as leis e tudo o mais... Mas sei que seu peito pode estar vazio, aquilo que o enche talvez não seja ar...suas verdades talvez sejam tolices...
...Imagino uma grande tormenta no fim dos tempos, a poeira é imensa, os mortos se erguem, os olhos quase se fecham terremotos se fazem, raios caem do céu... Tudo parece desmoronar e até as menores partículas estão instáveis... O céu escurece... as nuvens são estranhas ..o céu possui uma cor indescritível...Há grande contradição...há coisas que não se podem ser ditas..e quando o senhor dono-de-tudo e criador-de-todos nos mostra a verdade, percebemos que nem chegamos perto, todos estavam errados, e a verdade é muito mais superior do que nós fomo s capazes de imaginar...
...Começo a pensar no quanto sou crente, no quanto sou mal, no quanto pratico minha fé e se realmente ela influencia minha vida...
...Penso sobre esse egocentrismo...Penso que cada indivíduo se considera um pedaço do divino, uma extensão de Deus...nesse sentido porta-se, ou compreende-se como dotado de algo a mais que o legitima frente à outros humanos...
...Parece-me que existe nesse comportamento uma tentativa de se afirmar como ser dotado de individualidade e, para tanto, tal comportamento é esperado...Parece-me por outra via, que abre-se um diálogo (lê-se monólogo) com o desconhecido, e aí há a necessidade de se afirmar enquanto indivíduo que existe e sente, pensa e tem consciência...Parece-me haver a possibilidade de numa esfera de pensamento que exclui a figura divina, a tentativa de se firmar como animal, ainda que de forma sutil e utilizando técnicas compatíveis ao seu grau de evolução: Não se luta mais por comida.Há uma batalha constante quando procuramos as parceiras mais bonitas, os melhores empregos, quando buscamos a superioridade em qualquer faceta e em nossos diálogos tentamos sobrepor a fala dos outros...Apesar de existirem centenas de outros viés, estes aqui já me trazem à conclusão de que esta luta constante foi fator crucial para o desenvolvimento da humanidade: Superar os outros e a si mesmo...
...Penso no niilismo. Pessoas hoje costumam dizer que são agnósticas, ou niilistas, ou céticas sem ter certeza nem do que se fala nem do que se crê... Não se trata de pecado, nem há uma tentativa aqui, de recriminar tal comportamento. O ponto é que mostrar-se seguro quanto a questões tão profundas é necessário para segurança e preservação do “eu” interno e para se firmar como ser dotado de certeza e capaz de coexistir no mundo...
Poderíamos ser niilistas e ficar paralisados diante da bestialidade que seria se movem sem ter qualquer sentido para tal... Poderíamos ser niilistas e trazer à tona nossa crença de que não existem verdades fixas, até mesmo as leis mais básicas podem ser postas em xeque e que sempre haverá a possibilidade de começar tudo de novo, sob outra óptica, outro prisma, sem ter a necessidade de estar certo ou errado, por que aí está o ponto: virtualmente não há como se ter certeza de absolutamente nada...nem daquilo que sentimos, que vemos, que cremos...
Depois de pensar no absurdo, vejo as pessoas batendo no peito e sentindo-se capazes de persuadir outras pessoas sobre Deus, as leis e tudo o mais... Mas sei que seu peito pode estar vazio, aquilo que o enche talvez não seja ar...suas verdades talvez sejam tolices...
...Imagino uma grande tormenta no fim dos tempos, a poeira é imensa, os mortos se erguem, os olhos quase se fecham terremotos se fazem, raios caem do céu... Tudo parece desmoronar e até as menores partículas estão instáveis... O céu escurece... as nuvens são estranhas ..o céu possui uma cor indescritível...Há grande contradição...há coisas que não se podem ser ditas..e quando o senhor dono-de-tudo e criador-de-todos nos mostra a verdade, percebemos que nem chegamos perto, todos estavam errados, e a verdade é muito mais superior do que nós fomo s capazes de imaginar...
...Parece Justo...
...Na minha porta, contudo, vem alguém que tem toda a certeza do mundo em seu discurso e que nunca refletiu sobre qualquer dessas coisas...Traz uma bíblia sob o braço... O que me fere é saber que mesmo assim, talvez a verdade da qual ele fala seja a verdade universal...
Lucas França
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